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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Retrospectiva: As 10 melhores dicas do Viajante Comilão em 2014



10 dicas para quem visita (ou quer conhecer) Bogotá (Colômbia)
Vista de Bogotá com os Cerros Monserrate (esq) e Guadalupe (dir) ao fundo 1) Altitude e Clima Bogotá é a terceira capital mais alta do mundo (2640 metros acima do nível do mar), e a altitude faz com que o ar seja mais rarefeito. Por isso, ao chegar à cidade, é comum sentir alguns incômodos, que podem durar até cinco dias, como dor de cabeça (curta e prolongada), náusea, fadiga, tontura, insônia e perda de apetite. Em geral aspirina e paracetamol...
Os melhores pratos, sorvetes e vinhos que provamos na Itália
Nos 30 dias de férias pela Itália, tivemos a oportunidade de visitar 22 cidades nas regiões de Emilia-Romagna, Toscana e Sicília. Como o passeio tinha um enfoque gastronômico, experimentamos 37 restaurantes e 20 sorveterias, e retornamos ao Brasil com 40 rolhas de vinho a mais para a coleção. O objetivo deste post é indicar quais foram os grandes pratos que provamos, aqueles que merecem ser recomendados e que, provavelmente, nos fariam voltar...
Uo Katsu: O melhor peixe de São Paulo
Sashimi de salmão, toro (atum gordo) e polvo Localizado em casinha bem discreta na movimentada Rua Manuel da Nóbrega, em frente ao Ginásio do Ibirapuera, o Uo Katsu não é um restaurante como os outros. Antiga peixaria, as instalações são muito simples (e incrivelmente limpas, diga-se), os 65 lugares da casa se dividem em cinco longas e apertadas mesas comunitárias (sim, coletivas, padrão refeitório), com pequenas (e desconfortáveis) banquetas para...
30 dias na Itália: Taormina, Sicília
Teatro Greco com a Baía de Naxos e o Vulcão Etna ao fundo A história de Taormina começa na Idade do Bronze, época em que surgiu na região a primeira aldeia neolítica, já murada. Os gregos chegaram em 832 a.C. e fundaram Naxos, a primeira colônia grega na Sicília. Por ser aliada de Atenas, Naxos foi destruída pelas tropas de Dionísio, tirano de Siracusa e aliado de Esparta, em 403 a.C. Os habitantes fugiram para o Monte Tauro e em 358 a.C. e fundaram...
São Paulo – Sainte Marie Gastronomia
Moussaka de Cordeiro Tratar os clientes como se fossem da família, cozinhar com paixão e sempre com um sorriso no rosto, oferecer ótima comida árabe por um preço justo. Mesmo distante do eixo gastronômico, vale a pena cruzar a cidade para conhecer o chef boa gente Stephan Kawijan e seus deliciosos quitutes no Sainte Marie Gastronomie, para muitos o melhor árabe da cidade. Libanês descendente de armênios, devoto de Nossa Senhora (daí o “Santa Maria”...
Dicas da Suíça – 10 atrações imperdíveis em Zurique
Após passarmos por Berna, Lucerna e Interlaken, finalizamos nossa viagem pela Suíça em Zurique, maior cidade (400 mil habitantes) e principal centro econômico do país, conhecida como uma das principais capitais financeiras do mundo e por ser uma das 3 cidades com melhor qualidade de vida do planeta. Recebe mais de 1 milhão de visitantes por ano, atraídos pelas paisagens de perder o fôlego, chocolates (divide com Bruxelas o posto de melhores e mais...
Bacio di Latte: O melhor gelato italiano de São Paulo
Baciodilatte e Chocolate São Tomé e Príncipe A Cuordicrema e o Stuppendo fazem os melhores gelatos de frutas da cidade. A Freddo tem o melhor doce de leite, a Vipiteno é famosa pelo seu pistache, a Häagen-Dazs brilha com seu macadâmia. Com o perdão do trocadilho, o mercado de sorvetes em São Paulo nunca esteve tão aquecido, reunindo diferentes estabelecimentos que oferecem produtos de alta qualidade e uma infinidade de sabores deliciosos. Mas quando...
Dublin – Guinness Storehouse
Dublin é sinônimo de Guinness. Tudo começou em 1759, quando Arthur Guinness (1725-1803), que desde 1755 já fabricava cervejas Ale, resolveu alugar um pequeno galpão de 4 hectares na St. James’s Gate, no coração de Dublin, e instalar ali uma pequena cervejaria para produzir uma “porter” cremosa, com malte irlandês, lúpulo, água e levedura. Com os passar dos anos a operação rapidamente expandiu-se até ocupar os dois lados do rio Liffey (que corta...
São Paulo – 15 couverts imperdíveis para dizer “sim, por favor”
Couvert dos Rufino's (Crédito: Divulgação) O “couvert” (coberto, em francês) surgiu no século XV na Europa. Nada mais era do que uma toalha usada para proteger as refeições recém-preparadas. Com o tempo, tornou-se uma taxa cobrada nos restaurantes com o objetivo de subsidiar os gastos e as perdas com seus utensílios de sala — copos, toalhas, talheres e louças. No Brasil, muitos lugares começaram a incrementar a história, multiplicando os itens...
O Viajante Comilão recomenda: Comer & Beber em Londres
Este post traz uma coleção de 21 reviews de lugares para comer e beber em Londres. Para saber mais, navegue até o final do post, clique na imagem correspondente ao restaurante e boa viagem!. Engana-se quem pensa que os famosos pubs londrinos são as únicas opções de restaurantes na capital inglesa. Também está redondamente enganado quem acredita que não existem boas opções de comida na capital britânica. Se você acha que Londres só tem “Fish...

sábado, 22 de novembro de 2014

São Paulo – Da Terrinha


Polvo grelhado e arroz de pato, servidos no menu degustação

Restaurante que integra o exército de casas portugueses da cidade, oferece clássicos da cozinha portuguesa a preços acessíveis. Posiciona-se como uma típica casa de bairro, focada no público que mora e trabalha no bairro de Moema, um dos redutos paulistanos da boa gastronomia.

A simplicidade do ambiente busca inspiração nas tascas portuguesas, lugares de boa comida e vinho com ar de botequim carioca. As paredes de tijolos na entrada criariam uma atmosfera muito mais intimista se fossem no salão todo. Alguns objetos de decoração remetem à cultura portuguesa, como os exemplares do galo de Barcelos, além de garrafas de azeite e vinho. Completam a atmosfera um janelão na frente do restaurante, que garante a entrada de boa luz natural (e infelizmente um pouco de fumaça de cigarro do pessoal que fuma do lado de fora), e um ar condicionado, providencial para os dias mais quentes.

domingo, 26 de outubro de 2014

São Paulo – Agello Cucina (e o MELHOR PRATO que comi em 2014)



Localizado em uma rua tranquila (e um pouco escondida) no bairro do Campo Belo (Zona Sul), o Agello Cucina é um restaurante pequeno e aconchegante, uma agradável surpresa pelos pratos bem executados, ambiente aconchegante e um ótimo menu executivo, farto, feito com carinho e com preço bastante competitivo.

O menu fala italiano fluente, com pratos criativos e com toques contemporâneos, provavelmente influência que o chef Rodrigo Velloso de Barros recebeu do primo Paulo Barroso de Barros, proprietário do aclamado Due Cuocchi Cucina. Além da boa oferta de massas de fabricação própria, o cardápio é bem representado por risotos, polentas, carnes e peixes. Os pratos são bem servidos e com ótima relação custo/benefício, com preços entre R$ 35 e R$ 60.

domingo, 12 de outubro de 2014

São Paulo – Esquina Mocotó


A Porcaria

Se talvez o Mocotó seja atualmente o principal embaixador da cozinha nordestina em São Paulo (e dono das maiores filas da cidade), cabe ao vizinho Esquina Mocotó a tarefa de mostrar a versatilidade dos ingredientes desta cozinha tão rica em sabores, aromas e cores, buscando diferentes combinações e trazendo uma roupagem moderna para algo tão tradicional. Na cozinha de autor do chef Rodrigo Oliveira, não tem limites para a criatividade.

Sim, eu sei que você vai dizer “puxa, mas é muito longe!”, e eu concordo, mas asseguro que vale cada quilômetro rodado para visitar a distante Vila Medeiros, onde o chef faz um trabalho elogiável em desenvolver a região e a mão de obra local. Também sei que você vai dizer “mas se eu tenho que andar tanto, aproveito e vou no Mocotó”, e aqui permita-me discordar: o Mocotó é um clássico, mas saiba que você comerá muito bem no Esquina - dois dos clássicos da casa mãe estão no cardápio, o unânime dadinho de tapioca e o baião de dois, assim como as clássicas caipirinhas.

sábado, 20 de setembro de 2014

Uo Katsu: O melhor peixe de São Paulo


Sashimi de salmão, toro (atum gordo) e polvo

Localizado em casinha bem discreta na movimentada Rua Manuel da Nóbrega, em frente ao Ginásio do Ibirapuera, o Uo Katsu não é um restaurante como os outros. Antiga peixaria, as instalações são muito simples (e incrivelmente limpas, diga-se), os 65 lugares da casa se dividem em cinco longas e apertadas mesas comunitárias (sim, coletivas, padrão refeitório), com pequenas (e desconfortáveis) banquetas para sentar, além de um balcão com apenas 4 lugares. Toalhas sobre a mesa e guardanapos de tecido, esqueça. A bebida é servida em copo de plástico.

Não aceita reservas. Não guarda lugares. Você só pode sentar quando todos estiverem presentes. Os lugares são liberados por ordem de chegada - na entrada, um dispensador de senhas “Bico de Pato”, o mesmo usado nas agências bancárias, para você pegar senha e esperar sua vez (embora você terá que procurar a Dayane e informar quantas pessoas são). O ambiente é barulhento, a gritaria é constante. Funciona com comanda, que você paga diretamente no caixa – e a fila é uma muvuca só.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Arturito: O melhor menu executivo de São Paulo


Capellini ao molho de tomates frescos com camarões à provençal assados no forno à lenha

Aberto em 2008, o Arturito é comandado pela chef-proprietária Paola Carosella, argentina que chegou ao Brasil em 2001 e trabalhou na abertura da Figueira Rubayat, em 2003 criou o inesquecível Julia Cocina, restaurante que deixou saudades na gastronomia paulistana. Uma das chefs mais competentes (e lindas) da atuação geração, recentemente Paola deixou a posição de diretora de operações no Grupo Rubaiyat para dedicar-se à supervisão do Arturito, com o chef Thiago Bañares no comando das panelas.

O grande salão é um corredor dividido em dois ambientes, o primeiro tem um ar mais informal e despojado, com móveis claros e um encosto colorido na parede, enquanto o segundo beneficia-se do teto retrátil para garantir boa iluminação natural nos dois ambientes, e da parede com plantas para trazer uma brisa agradável e criar uma atmosfera rústica e aconchegante.

domingo, 14 de setembro de 2014

São Paulo – Le Vin Bistro


Picadinho de filé mignon com ovo frito e gema molinha

Sinônimo de bistrô francês em São Paulo. Aberta em 2000, atualmente são 4 endereços na cidade, a matriz nos Jardins e as casas no Itaim Bibi, Higienópolis e MorumbiShopping, além de 2 endereços no Rio de Janeiro e 1 em Brasília.

A proposta de um bistrô é ser um lugar pequeno e simples, sem pompas nem frescuras. Em primeiro lugar, um bistrô precisa ser um lugar informal e acolhedor, onde o chef interage o tempo todo com os clientes. O ambiente do Le Vin é famoso pelas toalhas xadrez nas mesas, cadeiras com encosto colorido e fotos de família nas paredes. Os endereços dos Jardins, Itaim e Higienópolis contam com mesinhas do lado de fora, nos dias mais frios cada cadeira recebe um pequeno cobertor, um mimo para os clientes. Isso é ser acolhedor.

sábado, 13 de setembro de 2014

São Paulo – Cantina Bella Donna


Provavelmente o melhor nhoque ao sugo de São Paulo

Restaurante italiano tradicional com quase 30 anos de bons serviços e 3 endereços na cidade, nos bairros do Itaim Bibi, Brooklin e Granja Julieta.

Visitamos a filial do Brooklin. Ambiente simples com decoração clean, mas sem perder e atmosfera de cantina italiana. Nas mesas, não poderiam faltar as tradicionais toalhas xadrez, enquanto as paredes são recheadas com fotos em preto e branco de uma São Paulo que não existe mais, além de várias garrafas de vinho.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

São Paulo – A Hamburgueria: o bom e velho Burdog com outro nome


Costelífica com extra de bacon

Quem mora em São Paulo já ouviu falar do Burdog, hamburgueria tradicional que desde 1968 é famosa por alimentar os baladeiros famintos durante a madrugada com seu ótimo X-Salada.

Em 2009, como resultado da desapropriação do quarteirão todo para as obras do metrô, a filial da Av. Santo Amaro foi obrigada a fechar as portas – na verdade, o casarão tradicional deu lugar a uma portinha simples algumas casas à frente, apenas para delivery. Decidiram reabrir a casa do outro lado da avenida, mas a mudança de endereço gerou mudanças na sociedade, um dos antigos sócios decidiu não participar do novo empreendimento. Assim, eles decidiram não usar a marca Burdog, e nasceu A Hamburgueria, aberta em Agosto/2013.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

São Paulo – Vicolo Nostro


Fraldinha com batatas sauté, uma das opções do bom menu executivo

Restaurante italiano tradicional com cardápio inspirado na cozinha do norte da Itália. Instalado em um casarão antigo em uma rua tranquila no bairro do Brooklin (Zona Sul), que no passado foi uma fábrica de pães, é dono de um dos ambientes mais bonitos de São Paulo.

Vicolo quer dizer “viela” em italiano, uma referência às vielas (vicolos) situadas no centro das cidades italianas, e este é o mote do lugar. A fachada do charmoso casarão é cercada por plantas e flores, na entrada arborizada uma imagem medieval de Maria adquirida em Siena abençoa os(as) visitantes e apresenta a belíssima varanda, um jardim com imensas hortênsias naturais acompanhado por uma fonte autêntica dos anos quarenta.

sábado, 23 de agosto de 2014

São Paulo – Byblos Cozinha Árabe


Esfiha da casa, com salame árabe e queijo de cabra

Casa libanesa localizada no bairro do Campo Belo (Zona Zul), comandada pela chef Nohad El Kadre (Chez Nohad). Misto de restaurante/rotisserie, tem ambiente simples e agradável, pratos fartos e bom custo/benefício, indicado para aquele almoço rápido, a happy-hour com os amigos ou uma refeição com várias pessoas, onde a idéia é pedir vários pratos e experimentar diferentes sabores.

Comece a refeição com o ótimo “trio de hommus, coalhada seca e babaghanuj” (R$ 30,50), todos acima da média dos demais restaurantes árabes da cidade. A coalhada é super aveludada e quase sem acidez (como eu gosto), o babaganuche tem sabor defumado intenso e textura incrível, e o hommus brilha pela suavidade. Viciante de tão bom.

São Paulo – Restaurante Makanudo


Vacio

Confesso que a pior parte de ter um blog de gastronomia é criticar um estabelecimento. Infelizmente não posto apenas elogios, se a experiência não foi boa, é nosso papel (dolorido, concordo) registrar o que ocorreu (não sem antes procurar falar com os(as) proprietários(as)) e acreditar que isso ajudará a melhorar o que não estava bom.

Casa aberta em Abril, o nome “Makanudo” vem da palavra espanhola “macanudo”, também usada no sul da Argentina para designar “bacana”. Ambiente agradável, atendimento esforçado (embora a dinâmica e a abordagem ainda precisem de ajustes). Evite sentar-se nas mesinhas do corredor, funcionários fumam do lado de fora e parte da fumaça invade o corredor.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

São Paulo – Moocaires: Um argentino em território italiano



Conheci o Moocaires por indicação de uma colega, amante da boa gastronomia mooquense. Aberto em 2007, este restaurante/boteco é especializado em empanadas argentinas e reduto de torcedores do Boca Juniors. Me apaixonei de cara pelo slogan da casa, “Su casa Argentina en la Republica de la Mooca”, afinal mooquense que se preza sabe que a Mooca é muito mais que um bairro de SP.

Dentro da casa fala-se espanhol, com aquele sotaque argentino característico. É território italiano, mas parece que você está em um bar típico em La Boca, com as tradicionais camisas de futebol, quinquilharias, quadros e gravuras nas paredes, reunindo personagens históricos, jogadores de futebol (argentinos, lógico!) e charges da querida Mafalda. Lá, as bandeiras do Boca e da Mooca dividem espaço com o escudo do Juventus. No salão dos fundos, um projetor garante a animação em dias de jogos.

São Paulo – Hokkai Sushi (Unidade Brooklin)


Combinado Salmão

Uma agradável surpresa, é assim que posso classificar o Hokkai, restaurante japonês com cinco endereços na cidade (Tatuapé, Penha, Brooklin, Vila Madalena, Vila Carrão), além de uma loja em Mogi da Cruzes (Grande SP).

Visitamos a unidade do Brooklin, um quiosque estrategicamente instalado dentro do supermercado Mambo da Avenida Vereador José Diniz (entre a Jornalista Roberto Marinho e a Roque Petroni Júnior, sentido Zona sul), perfeito para aquele combinado ou temaki antes (ou depois) das compras.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

São Paulo – Bar Central da Vila


Linguiça de cordeiro

Não sou uma pessoa que costuma frequentar os bares e restaurantes da Vila Madalena. Nada contra a região, mas existem outros roteiros gastronômicos em SP (Pinheiros, Itaim, Mooca) que me agradam mais e combinam melhor com o que gosto.

Sábado de Sol, lá fomos nós conhecer o Bar Central da Vila, prestigiar o grupo de samba de raiz de um colega. Salão pequeno e arrumadinho, tem clima de boteco, com grande carta de bebidas, além de petiscos, feijoada e alguns pratos. Além das mesas do lado de dentro, tem algumas do lado de fora, inclusive no meio da calçada, forçando os pedestres a caminhar pela rua – marca registrada da “Vila Madá”.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

São Paulo – Sainte Marie Gastronomia


Moussaka de Cordeiro

Tratar os clientes como se fossem da família, cozinhar com paixão e sempre com um sorriso no rosto, oferecer ótima comida árabe por um preço justo. Mesmo distante do eixo gastronômico, vale a pena cruzar a cidade para conhecer o chef boa gente Stephan Kawijan e seus deliciosos quitutes no Sainte Marie Gastronomie, para muitos o melhor árabe da cidade.

Libanês descendente de armênios, devoto de Nossa Senhora (daí o “Santa Maria” do nome do restaurante), Stephan morou na Líbia e na Itália antes de vir para o Brasil em 1987, com um sonho na mala: ser jogador de futebol. Como muitos jovens que tentam a sorte nos gramados, não deu certo. Tentou os números no mercado financeiro, mas não demorou a perceber que sua verdadeira vocação estava nas panelas, herança afetiva de sua avó armênia.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Cannoleria Casa di Dante: Um pedacinho doce da Itália em São Paulo (ESTABELECIMENTO FECHADO)


O trio Ricota, Nutella e Doce de Leite: Os melhores cannoli de São Paulo

“Leave the gun, take the cannoli”. A célebre frase do personagem Peter Clemenza em “O Poderoso Chefão” faz referência a um dos mais tradicionais doces italianos: os cannoli siciliani, canudos de massa frita (o nome vem de “canna”, pequeno junco de bambú usado antigamente para enrolar a massa e dar forma durante a fritura) recheados com “ricotta di pecora” (queijo ricota de ovelha). Dependendo da região, a ricota é acompanhada por baunilha, pistache, chocolate, vinho Marsala, água de rosas, frutas cristalizadas. O canudo deve ser recheado na hora de comer, evitando assim que a massa absorva a umidade da ricota e perca sua crocância. Na hora de servir, o doce é polvilhado com açúcar.

Certamente você perguntará “Mas o doce não chama cannoli? É a mesma coisa que cannolo?” Sim, é a mesma coisa, só que cannoli é o plural de cannolo.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

São Paulo – “O Mercado” Edição Especial Lowrider, 13/04/2014



Localização: Cadillac Burger – Rua Juventus, 296 – Mooca.
Horário: das 12hs às 20hs.

Vejam o cardápio completo da feira (IMPORTANTE: as porções e pratos em verde com um "V" na frente são recomendados para vegetarianos):

São Paulo – La Caballeriza


Copa San Isidro

Definitivamente não gosto de escrever um post para fazer uma crítica negativa a um restaurante, mas às vezes não tenho escolha, o papel do blog é ser imparcial sempre, elogiar quando merece e ser duro quando não vale a pena. Este é o caso do La Caballeriza, que já figurou na minha lista de melhores argentinos de SP, mas nos últimos anos só me fez confirmar a maioria das opiniões nas redes sociais: decoração imponente, péssimo atendimento, carne irregular, ótimas sobremesas e preços salgados.

O La Caballeriza nasceu no bairro portenho de San Isidro em 1990, e atualmente tem cinco endereços na Argentina. A filial de São Paulo foi aberta em 2004 em sistema de franquia. Dividido em dois salões espaçosos com pé direito duplo, muita iluminação natural durante o dia e capacidade para 250 pessoas, o ambiente temático é inspirado em uma grande cocheira (“caballeriza”, em espanhol), paredes com pedras e tijolos à mostra, mesas largas e uma agradável fonte no pátio e baias mais privativas no estábulo. Sem dúvidas, um dos restaurantes mais bonitos de São Paulo.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

São Paulo – Moraes, o Rei do Filet (desde 1914)


Filet Alho e Óleo, meia porção

Quantos restaurantes você conhece que podem se orgulhar de dizer que existem há pelo menos 100 anos?

A história de um dos estabelecimentos mais tradicionais da cidade começou em 1914, quando os irmãos Salvador e Manuel Pereira Vidal abriram o “Restaurante Esplanadinha” (assim chamado por situar-se ao lado do antigo Hotel Esplanada), na Rua Conselheiro Crispiniano. Com estilo de botequim, rapidamente tornou-se ponto de referência na noite paulistana, frequentado por boêmios que saiam do Avenida’s Dancing (onde se dançava pagando uma tarifa por tempo) e políticos, poetas, atores e cantores que frequentavam os recitais do Teatro Municipal. Bons tempos.

Em 1929, Salvador tornou-se sócio do “Bar, Café e Confeitaria Moraes” no número 175 da Praça Júlio Mesquita, pertinho da sede do jornal Folha de S.Paulo, e o restaurante mudou-se para o local, onde permanece até hoje. O Moraes testemunhou as mudanças na região central de SP ao longo das décadas, que gradualmente deixou de ser uma área chique da elite paulistana para ser conhecida apenas como uma região degradada e abandonada pelo poder público.

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