sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Buenos Aires – Bianca Heladería & Café


"Mousse de chocolate" (esq) e "dulce de leche con nuez" (dir)

Pequena sorveteria artesanal com apenas uma loja em Buenos Aires, localizada no bairro de Palermo, próxima das avenidas Raúl Scalabrini Ortiz e Santa Fé, é uma ótima alternativa para quem busca um ótimo “helado” no bairro, fora do eixo das principais redes da cidade.

Fundada em 1979, oferece mais de 40 sabores, vendidos em diferentes tamanhos, dos tradicionais “cucuruchos” (casquinha em formato de cone) e copinhos (até 2 sabores), até potes para dividir (entre 250 e 500 gramas, com até 4 sabores) e embalagens para levar para casa (até 1 quilo).

O ambiente foge do padrão das lojas modernas, espaçosas, bem decoradas, com música ambiente, wifi grátis, trocentos atendentes e longas filas, marca registrada das principais redes. O dono cuida do caixa, e não mais do que três funcionários, todos antigos de casa, atendem os clientes. O salão é simples e pequeno, com não mais do que 10 mesinhas. Nunca pegamos filas. Como a maioria das sorveterias, tem duas motos na porta para o delivery.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Buenos Aires – Bodegón El Obrero: O melhor bife de chorizo da cidade


Em sentido horário: salão, escudo do Boca Juniors, flâmulas e bandeiras de times de futebol e o bife de chorizo, a estrela da casa

Quem pensa que o bairro portenho de La Boca só é conhecido pelas casinhas coloridas do Caminito e pelo mítico Estádio La Bombonera, casa do Boca Juniors, está enganado. Uma face pouco conhecida dos turistas que visitam o bairro é a gastronomia – casas familiares, ótima comida, porções gigantes e preços convidativos.

Já falamos aqui no blog sobre o Il Matterello, na nossa opinião o melhor restaurante italiano da cidade. Está em Buenos Aires e quer comer uma excelente carne? Esqueça as casas “pega-turistas” de Puerto Madero e vá direto para La Boca. Destino: Bodegón El Obrero. Na opinião deste blog, o El Obrero tem o melhor bife de chorizo de Buenos Aires.

E na opinião deste blog, Il Matterello e Bodegón El Obrero integram a tropa de elite dos 5 melhores restaurantes de Buenos Aires. Palermo ainda é o centro gastronômico da cidade, mas La Boca avança rápido.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

São Paulo – Pelé Arena Café & Futebol



O café é a bebida mais consumida do mundo. O futebol é o esporte mais praticado do planeta. O brasileiro ama futebol, é fã de boa comida e café. A Pelé Arena Café & Futebol une café, futebol e gastronomia num ambiente inspirado no Rei Pelé, uma das personalidades mais conhecidas do planeta.

A matriz fica no centro de SP, a poucos passos da Bovespa. Graças ao modelo de expansão por meio de franquias, conta com atualmente 10 unidades (chamadas “arenas”) em 7 cidades brasileiras.

O ambiente temático tem um clima nostálgico, contando um pouco da história do atleta de maior reconhecimento mundial por meio de fotos de sua trajetória nos gramados. Os garçons vestem camisas que lembram os uniformes dos jogadores de futebol da época em que Pelé brilhava nos gramados, as mesas reproduzem partes de um campo de futebol. Para completar o clima futebolístico, TVs de LED sintonizadas em canais esportivos.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Praça Kantuta: Um pedaço da Bolívia em São Paulo



Uma pequena praça no bairro do Pari, em São Paulo, reúne a essência de um país inteiro. Todos os domingos, a Praça Kantuta deixa de ser apenas um logradouro paulistano para se transformar num pedaço da Bolívia. Para os mais de 200 mil descendentes que vivem na capital paulista, a feira é uma oportunidade para se encontrarem, se divertirem e viverem um pouco dos costumes de seu país.

O som das flautas andinas, os rostos morenos e os olhos levemente puxados, as típicas cholas com seus bebês pendurados nas costas, as conversas e cartazes em espanhol e o aroma das salteñas são os primeiros indícios de que somos estrangeiros há poucos metros da estação Armênia do metrô.

domingo, 13 de janeiro de 2013

São Paulo – Mocotó Restaurante e Cachaçaria


Carne-de-sol assada com manteiga-de-garrafa, alho assado, pimenta biquinho e chips de mandioca

Eu pensei 10.000 vezes antes de escrever uma resenha sobre o Mocotó. Não porque o restaurante não mereça – aliás, muito pelo contrário - , mas pelo fato da premiada casa do chef Rodrigo Oliveira já ser uma figurinha carimbada da gastronomia paulistana. E como o papel principal do blog é garimpar achados, a dúvida sempre me incomodou. Até hoje. Desisti. Eu sei que o review da Veja é legalzinho, mas tinha que fazer o meu.

Quem ainda não atravessou a cidade para encarar as longas filas de espera e provar as delícias brasileiras com um toque nordestino e um ar de criatividade, não sabe o que está perdendo.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

São Paulo – Vapor Burger


Istambul

Hamburgueria em São Paulo precisa inovar para fazer sucesso. Ambiente, atendimento personalizado, carnes especiais, criatividade dos cardápios, carta de cervejas gourmet – tudo conta para diferenciar-se num segmento tão competitivo.

O pessoal da Vapor Burger decidiu apostar num conceito inédito por aqui: inspirada na lanchonete Ted’s Burger, do estado americano de Connecticut, todo o menu é feito no vapor de água, da entrada à sobremesa.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

São Paulo – Saj Culinária Libanesa

Algumas das delícias da casa - em sentido horário, esfihas de carne, queijo e babaganuch, Chocolamour, combinado pintado e pães Saj e folha

As famílias Farah, Abbud e Sader escreveram um capítulo importante da história da culinária árabe paulistana. E é impossível falamos da culinária árabe paulistana sem citarmos o empresário Paulo Abbud, um dos maiores conhecedores do assunto.

O pai, Emílio Abbud, fundou o histórico Flamingo em 1957; os tios Jorge e Fauzi Farah (irmãos da mãe, Suahad Farah) abriram o Dunga (inventor do beirute) na década de 40, que também não existe mais. Os tios Fares e Louis Sader (este último concunhado de Emílio) inauguraram em 1951 o Bambi, outra grande referência às tradições sírio-libanesas da capital paulista, onde nasceu uma das sobremesas mais gostosas que conheço: o Chocolamour.

Em 2002, Paulo abriu o Farabbud – o nome é uma homenagem aos sobrenomes dos pais, Suahad Farah e Emílio Abbud. A terceira geração de casas da família é formada pelo Saj, inaugurado em 2008 e comandado por Paulo Abbud Filho e Ricardo Castanho Pinho, e pelo caçula Manish, de 2010.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Guarujá, Velho Pop (Praia da Enseada)


Peixe ao molho de camarões

Confesso: Não sou muito fã de praia. Água do mar não é comigo, Não sei surfar, não curto areia – no máximo, uma caminhada pela orla, e olhe lá. Mas adoro pegar o carro e viajar 1h até o Guarujá, só para comer um bom peixinho e excelentes frutos do mar.

Reduto de excelentes restaurantes, a Praia da Enseada reúne na Avenida Miguel Stefano diversas casas para diferentes públicos, gostos e bolsos. Do mais simples ao mais requintado, o Guarujá é, ao lado da também litorânea São Sebastião, um dos melhores lugares no estado para quem gosta de comer muito bem.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

São Paulo – 8ª Feira Gastronômica “O Mercado”, 09/12/2012: Fotos



Neste último final de semana as barraquinhas coloridas da feira "O Mercado" voltaram a ocupar o estacionamento do Mercado de Pinheiros. A oitava edição repetiu o sucesso das edições anteriores, com muita gente bonita, ótimas opções de comidinhas e muita música para animar o pessoal.

Para ver a relação completa de participantes desta edição, clique aqui.

Se você que não teve como prestigiar a feira, seguem fotos de algumas das delícias vendidas nesta edição:

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

São Paulo – Imi Raia: Um árabe que não empolgou


Em sentido horário: kibe frito e esfiha de carne, doces da casa, ambiente e babaganuch

Aberto em Junho/2012, o Imi Raia é um restaurante árabe instalado na Vila Olímpia  localizado estrategicamente perto das Avenidas Santo Amaro e Bandeirantes e do bairro de Moema.

Pequeno, as poucas mesas somam apenas 25 lugares, divididos em 2 ambientes: o salão interno é um pouco quente e recebe fumaça da cozinha (há o risco de você sair defumado de lá), enquanto o salão externo pode ser uma boa opção em dias de tempo mais agradável.

O atendimento ainda dá boas escorregadas. Nas três visitas que fiz, em duas a única garçonete da casa estava sozinha e tinha que anotar pedidos, limpar as mesas, trabalhar no caixa, atender o telefone e anotar os pedidos do delivery, entregar os pratos e ainda falar com a cozinha. Sem falar do mau humor da moça. Em duas oportunidades, os cozinheiros vieram me entregar os pratos. O proprietário da casa deveria ficar 100% do tempo no salão, ou então contratar alguém para ajudar no atendimento, que hoje é lento e pouco cortês.

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