quarta-feira, 27 de maio de 2015

10 lugares imperdíveis para comer em New York



New York é uma cidade reconhecida mundialmente por sua gastronomia de excelência, e decidir onde comer a partir de uma lista que varia entre 24-35 mil estabelecimentos (existem várias fontes com diferentes números e critérios) jamais será uma tarefa fácil.

Se você tem tempo de sobra na cidade, dá para visitar os locais mais conhecidos e badalados ("pega-turistas" ou não), buscar alguns tesouros escondidos, fazer algumas experiências e repetir o que mais gostou. Mas e se o tempo for curto demais, como escolher os melhores lugares, ótimos o suficiente para fazer de sua viagem algo inesquecível também pela comida, e sem correr o risco de entrar em roubadas?

Este post propõe ajudar um pouco na escolha, recomendar DEZ locais bem legais e que você não deve deixar de conhecer, mesmo que seu tempo na cidade seja curto. Minha lista de “must-eat” tem 8 restaurantes e 2 docerias - sim, eu sei que alguns são velhos conhecidos dos turistas, mas o foco aqui é indicar quem oferece comida de qualidade.

Infelizmente não tivemos tempo de explorar a New York dos food trucks, que é outro mundo de cores e sabores. E para quem acha que food truck é sinônimo de comida de qualidade inferior, NY tem exemplos em que a comida de rua é superior a de muitos restaurantes. Fica para a próxima vez.

Pret a Manger
Marca inglesa criada em 1986, com uma proposta que une praticidade (fácil de chegar, pegar, pagar e levar), preço e qualidade (gasta-se pouco e come-se bem: com poucas libras você enche a pança com lanche/salada, bebida e sobremesa). Em uma cidade de ritmo tão alucinante como NY, o Pret caiu rapidamente no gosto do novaiorquino: atualmente já são mais de 30 endereços na “Big Apple”.



O cardápio inclui lanches em versões diferentes de pão (forma, baguete, pita), sopas, saladas e sushis. Para beber, sucos, águas, chocolates, cafés, iogurtes e “smoothies”. Faz também excelentes sobremesas, como “muffins”, iogurtes com granola, bolos e croissants. Perfeito para café da manhã, almoço e jantar.

O mais gosto no Pret é que tudo é feito no dia, sempre fresquinho, não existe “válido até” nas embalagens. E o que não é vendido é oferecido para instituições de caridade credenciadas e auditadas que atendem os sem-teto (“Pret Charity Run”) – são 2.4 milhões de produtos doados anualmente. Sensacional.



Para começar o dia com toda energia, um café da manhã reforçado com iogurte com granola e compota de berries, croissant quentinho com presunto, wrap de frango ao curry e suco de beterraba. Esta montanha de comida me custou USD 21. E eu comi feito um condenado, saí de lá rolando. Apenas lamentei não ter encontrado o “Chicago Meatball Hot Wrap” ou “NY Meatball Hot Wrap”, semelhante ao “Swedish Meatball Ragu Hot Wrap”, meu lanche n°1 do meu restaurante n°1 no Reino Unido.

Endereço: 303 Park Ave S (Metrô “23 St”, Linhas 1-2-3).
Para saber os outros endereços, acesse https://www.pret.com/en-us/find-a-pret.

Manzo (Eataly NYC)
Parque de diversões para os amantes de gastronomia localizado na região do Flatiron Building, em frente ao Madison Square Park, o Eataly NYC é um complexo com quase 5 mil m2 que reúne padaria, rosticeria, sorveteria, doceria, cafeteria, escola de culinária e um mercado gourmet que vende absolutamente de tudo relacionado com comida – são mais de 700 rótulos de vinhos e cervejas especiais, 400 tipos de queijos e embutidos, 100 opções de azeites e vinagres balsâmicos, além de uma infinidade de temperos, molhos, massas, chocolates, cafés, chás, verduras, legumes, frutas, carnes, peixes e frutos do mar, acessórios de cozinha, livros de receitas, produtos de beleza... Ufa! É uma atração turística de NY.



São oito opções de restaurantes: Le Verdure (verduras e legumes), La Piazza (queijos e embutidos), Il Pesce (peixes e frutos do mar), La Pizza & Pasta (pizzas e massas), Birreria (restaurante-bar no último piso, com foco em brejas), Pranzo Scolla di Culinaria (experiência prática para os alunos da escola de culinária, só abre no almoço), Manzo (carnes) e I Panini (lanches).

Escolhemos o requintado Manzo para almoçar, e não saímos decepcionados. Cestinha de pão italiano bem quentinho com azeite extra virgem de couvert, o intenso e perfumado “Tagliatelle ao ragú de cordeiro” (USD 28) de prato principal e o “Croccantino All’Amarena” (USD 11), um mousse de amêndoas com sorbet de cereja, de sobremesa. Para beber, a excepcional “90 Minute Imperial IPA” da Dogfish Head (USD 10), com seu aroma irrestistível de pêssego e 9% ABV.





Na saída, compramos um panino de prosciuto com azeite na I Panini por 8 doletas, na lojinha de cervejas levamos duas garrafinhas da Dogfish Head, as boas “Sixty-One” (IPA com uva syrah; USD 3,80), docinha e com 6,5% ABV, e a “Midas Touch” (Ale que mistura mel, uvas moscatel e um toque de açafrão; USD 3,98), um petardo com 9% ABV.



Endereço: 200 Fifth Avenue (Metrô: Estação “23 St - Broadway”, linhas N-Q-R)
Para saber os horários de funcionamento, acesse http://www.eataly.com/nyc-locations-and-hours.

Luke's Lobster
Pense num brioche macio, generosamente recheado com pedaços tenros de cauda de lagosta, finalizado com um toque de maionese, manteiga com limão e algumas especiarias, suficiente para realçar os sabores adocicados da lagosta. Sim, é bom pra caramba. Este é o “Lobster Roll”, prato típico do Maine, e a concorrência em NY é feroz para saber qual o melhor.



Com 10 endereços em Manhattan, o Luke’s Lobster é sinônimo de “Lobster Roll” - não pense em visitar NY e não comer um. Visitamos a filial localizada no “City Kitchen”, um mercado gourmet bem legal com nove quiosques no segundo andar do hotel “The Row”, nos arredores da Times Square.

O lanche não é grande (poderiam fazer uma versão “super-size”), a sacada é pedir o combo (USD 19,60), acompanhado por chips de barbecue da Cape Cod (deliciosas!) e uma “Blue Berry Soda” da Maine Root, refrigerante docinho e com gosto marcante de blueberry. Se morasse em NY, comeria váááários!



O endereço do City Kitchen é 700 8th Ave (Metrô: Estação “42 St - Port Authority Bus Terminal”, linhas A-C-E, ou “Times Sq - 42 St”, linhas 1-2-3-7-M)
Para os demais endereços e horários de funcionamento, acesse http://lukeslobster.com/shacks/.

Carnegie Deli
O sanduíche de pastrami é tão importante para a história de NY quanto os taxi amarelos, o Central Park e os Yankees. A tradição de curar a carne bovina na salmoura e especiarias, selada com alho e especiarias (pimenta-do-reino, cominho e coentro em grãos), defumada e cozida no vapor é um ícone da cozinha judaica praticada nas delis nova-iorquinas, tradição trazida pelos judeus que imigraram do leste europeu na segunda metade do século 19.



Se a a Katz’s, aberta em 1887, reinvidica o título de deli mais antiga de Nova York e a autoria do sanduíche, a Carnegie Deli, aberta em 1937, é sem dúvidas a mais famosa. Esta instituição nova-iorquina tem filas gigantes na porta que denunciam: aqui está o melhor pastrami da cidade.

O salão é uma atração turística à parte, colorido e repleto de quadros autografados de celebridades. Há algumas mesas pequenas, mas o legal é ficar nas coletivas, aproveitar para bater papo com o vizinho enquanto devora o lanchão da casa. Para quem está sem tempo para encarar as longas filas, que podem facilmente demorar 2 horas de espera, é possível pedir para viagem.


Crédito: Blog "My Last Supper"

E o negócio aqui é coisa séria, ignorância pura, a ponto de fazer do lanche de mortadela do Mercadão de SP brincadeira de criança. Por USD 19,99 você pede o “Carnegie’s Deli Hot Pastrami”, duas fatias de pão de centeio com 450 gramas de pastrami, acompanhado por picles, maionese e mostarda forte. A carne é espetacular, provavelmente na segunda mordida você esquecerá do pão e se concentrará só nela. Para quem prefere algo mais suave, mas igualmente gigante, peça o “Carnegie’s Deli Roast Beef”, feito com rosbife de primeira (USD 19,99).

Se sobrar espaço, não deixe de provar o gigantesco cheesecake da casa (USD 11,99), alto, cremoso e com morangos gigantes em cima. Se não é o melhor de NY, é um dos mais tradicionais.

Endereço: 854 7th Ave (Metrô: “57 St - 7 Av”, linhas N-Q-R)
Internet: http://carnegiedeli.com/

212 Steakhouse
Localizado no coração de Midtown, é o único restaurante de New York (e um dos treze nos Estados Unidos) certificado pelo “Kobe Beef Marketing & Distribution Promotion Association” a vender o mítico kobe beef japonês (aquele em que as vacas recebem massagens com saquê, ouvem musica clássica e tomam cerveja).

Mas o que faz do kobe beef algo tão especial? São 3 fatores (não são as massagens, não é a música clássica, tampouco a breja): genética da raça, condições topográficas e climáticas, alimentação e criação segundo padrões rígidos japoneses. E o melhor gado é o “Tajima”, cuja principal característica é a existência equilibrada de finas camadas de gordura em toda a carne (chamado de marmoreio), responsável pelo sabor, maciez e suculência do corte. Durante o cozimento, a gordura derrete e deixa a iguaria espetacularmente deliciosa.



Sobre os “mitos”: sim, o gado é escovado com saquê porque alguns produtores acreditam que a bebida ajuda a amaciar a pele do animal, dando assim mais qualidade à carne. Não é comum, mas acontece. A música clássica parece ajudar o gado a relaxar e, assim, manter a carne macia. Já a cerveja tem uma explicação mais prosaica: nos meses de verão, por causa do calor, o gado se alimenta menos. Segundo alguns criadores, uma cerveja por dia ajuda a melhorar o apetite do gado e a manter o ritmo de alimentação adequado.

Se você nunca provou um autêntico kobe beef, prepare-se para comer a carne mais macia, tenra e suculenta da sua vida. Só que a brincadeira é cara: USD 18 por onça (28 gramas). Quer um conselho? Se você realmente gosta de carne, economize uns trocados e permita-se viver tal experiência. Pedi meu bifão com 10 onças (USD 180 por 280 gramas), devidamente acompanhado por um Creamy Spinach (espinafre gratinado com alho e queijo; USD 12) e um fantástico Barolo Stefano Farina (USD 110).



A carne deve ser preparada ao ponto ou mal passada para que mantenha a suculência perfeita (“ao ponto para bem” não existe aqui), o espinafre surpreende pela leveza e sabor, um acompanhamento perfeito para a carne. Para acompanhar o “rei das carnes”, o “rei dos vinhos” – só que a carne é tão impressionante, que o vinho teve que suar a camisa para não fazer papel de coadjuvante.

Fechamos a refeição com o clássico Cheesecake (USD 11), talvez a sobremesa mais típica de NY, levinho e com cremosidade igual ao clássico Carnegie Deli.

Endereço: 316 East 53rd Street (Metrô “Lexington Av/53 St”, linhas E-M)
Horário de funcionamento: Segunda à quinta das 11h30 às 23hs, sexta das 11h30 às 23h30, sábado das 11hs às 23h30, domingo das 11hs às 23hs.
Internet: http://212steakhouse.com/

Caffe Palermo
Quem nunca ouvir falar de Little Italy, bairro no sul de Manhattan que tornou-se famoso no início do século 19 pela concentração de imigrantes italianos, tornando-se rapidamente o epicentro da máfia novaioquina (o surgimento do bairro e sua importância para a cultura italiana em NY são retratados no filme “O Poderoso Chefão”)? Hoje a história de Little Italy como reduto italiano resume-se à fama do passado, ja que o percentual de imigrantes (cerca de 8%) é o mesmo do restante da cidade.

E o progresso tem sido duro com o bairro. Três sinais de que o futuro de Little Italy está seriamente comprometido: (1) gradualmente os casarões antigos estão dando lugar a arranha-céus modernos; (2) em pouco tempo a vizinha Chinatown vai absorver o bairro, cada vez mais estabelecimentos chineses estão instalados no local; e (3) os principais clientes dos poucos restaurantes que ainda restam são turistas, não locais. Tudo isso junto fez com que Little Italy perdesse muito do seu brilho de antes. O pouco que ainda sobra de Little Italy está atualmente concentrado na Mulberry Street.



Na busca pelo melhor cannolo siciliano de NY, terminamos no premiado Caffe Palermo, aberto em 1973 e atualmente administrado por "Baby John" DeLutro, segunda geração da família e humildemente chamado de “Cannoli King” de NY. Eles também organizam durante a Festa de San Gennaro (em Setembro) um torneio para ver quem consegue comer mais cannoli em 6 minutos. Sim, coisa de americano.

O cannolo da casa segue à risca a receita tradicional siciliana: canela, cacau e café na massa leve e crocante (graças ao vinho Marsala), ricota mega fresca e pedacinhos de chocolate para o recheio (só para dar um toque doce, mas sem sem interferir no sabor da ricota), açúcar de confeiteiro para finalizar. E só. Disponível em duas versões, em uma delas a casquinha é “banhada” no chocolate. Custa USD 5 por 2 unidades.  E vale MUITO a pena.

Ninguém bate a ricota dele – já comi o melhor cannolo da Silícia, do “Laboratorio Pasticceria Roberto” em Taormina, auto-entitulado "Il Mago del Cannoli", e não chega nem perto. Para acompanhar, uma xícara de chocolate quente com chantilly (USD 6,25).

Endereço: 148 Mulberry St (Metrô “Grand St”, linhas B-D)
Internet: http://www.caffepalermo.com/

Hard Rock Café
É claro que o Hard Rock Café da “Big Apple” tinha que estar nesta lista. Agora tenho 16 HRCs na conta (os outros são Londres, Manchester, Madrid, Barcelona, Paris, Oslo, Roma, Praga, Dublin, Edimburgo, Bruxelas, Roma, Rio de Janeiro, Buenos Aires e Bogotá). Localizado no burburinho de Times Square, não preciso dizer que o lugar é turístico e mega concorrido (ao lado está o “Bubba Gump Shrimp Co.”, outro point dos turistas).

O salão do HRC é gigantesco, e a vasta memorabília tem objetos dos Beatles, Led Zeppelin, Elvis, The Who e Hendrix, entre muitos outros. Não deixe de bater uma foto na parede de guitarras na entrada do restaurante.



Sempre que estou em alguma cidade que tem Hard Rock Café, reservo uma refeição para comer o “Legendary Burger” (200g de carne bovina ou frango, bacon, queijo cheddar, onion rings, picles, alface/tomate), meu “Índice Big Mac” – pelo preço vendido em cada cidade, consigo ter uma melhor noção do custo de vida local. Por exemplo, o preço do lanche na Argentina (AR$ 45, ou R$ 23) é bem diferente do vendido em Oslo (cerca de € 30, ou R$ 80).



Abrimos a refeição com uma porção de “Wings” (USD 12,95), as tradicionais asinhas de frango da casa. Pedi as minhas com molho “Heavy Metal”, que chegaram extremamente apimentadas – eu gosto de pimenta, mas elas chegaram um pouco além do que esperava, o excesso de pimenta matou o sabor das asinhas bem temperadas.

Seguimos com o “Legendary Burger” (USD 16,95), e aqui tive o primeiro grande azar da viagem – pedi a carne “ao ponto” e ela chegou bem passada, quase sola de sapato, o que infelizmente comprometeu avaliar a qualidade da carne, suculência e temperos usados. Uma pena. Os demais itens seguem o padrão HRC de qualidade: bacon fininho e saboroso, anéis de cebola bem gordinhos, pão macio e fritas sequinhas.



Para beber, poucas coisas combinam mais com HRC e Legendary Burger do que uma Corona beeeem gelada (USD 7,50 cada). Foram duas! :)

Endereço: 1501 Broadway (Metrô “Times Sq - 42 St”, linhas N-Q-R)
Horário de funcionamento: Todos os dias das 11hs às 0h30. De sexta a domingo abre das 8hs às 10hs para quem busca um bom café da manhã.
Internet: http://www.hardrock.com/cafes/new-york/

Shake Shack
O paraíso dos hot-dogs em Manhattan. São 14 endereços em NY, todos no estilo “praça de alimentação”: entre na fila, peça, pague, retire e procure uma mesa. Esqueça aquele cachorro quente brasileiro com ervilha, vinagrete, chilli e purê de batatas, hot dog americano valoriza a salsicha frankfurter e o pão ultra macio, que formam um triângulo amoroso perfeito com um potinho de mostarda forte. Além dos dogs, tem boa reputação com os burgers (feitos com carne Angus 100% orgânica) e shakes (o de morango é fora de série).



Provamos o “Smoke Dog” (USD 4), que vem com queijo, pimenta e muuuuito bacon. Para acompanhar, “Crinkle Cut Fries” as tradicionais batatas onduladas cobertas com cheddar e queijo americano (USD 3,95). Para beber, shakes (USD 6) ou a “ShackMeister Ale” (USD 6,25), cerveja feita pela Brooklyn Brewery exclusivamente para a rede. O legal é que possuem um endereço na área de embarque do aeroporto JFK, opção perfeita para despedir-se de New York em grande estilo.

Para endereços e horários de funcionamento, acesse https://www.shakeshack.com/.

Tavola
Localizado no bairro de Hell’s Kitchen (sim, existe um bairro com este nome em NY), esta pizzaria e trattoria napolitana é famosa por assar em um forno à lenha (importado diretamente de Nápoles, diga-se) as melhores redondas da cidade, discos com massa fina e crocante, 30 centímetros de diâmetro e boa quantidade de recheio (entre as gigantes pizzas da Mooca e as moderninhas só de vento). Também tem boa oferta de antipastos e massas bem tradicionais.



São 14 tipos de pizza salgada (preços entre USD 10,75 e USD 19,95), além de uma versão doce de Nutella com morangos (outros 4 tipos de pizza são oferecidos apenas no brunch aos sábados e domingos).

Escolhemos para o jantar a ótima “Parma” (USD 19,95), base de margherita (tomates, mussarela e manjericão) com presunto parma, rúcula e lascas de parmesão. A carta de vinhos é 100% italiana, incluindo boas opções em taça como Lambrusco (USD 11) e Falanghina (USD 12). Aqui a taça é cheia até a boca, sem misérias!

Endereço: 488 9th Ave (Metrô “34 St - Penn Station” ou “42 St - Port Authority Bus Terminal”, linhas A-C-E)
Internet: http://www.tavolahellskitchen.com/

Godiva
A eterna competição pelo melhor chocolate do mundo e a globalização permitem que o mundo descubra as obras de arte feitas por suíços, belgas e franceses. Para muitos, Lindt é sinônimo do melhor chocolate do mundo, mas eu pessoalmente acho as trufas da Godiva imbatíveis. A principal marca de chocolates belga e uma das mais importantes do mundo foi criada em 1926, e desde 1972 está presente da Quinta Avenida em NY. Atualmente 7 das mais de 600 lojas exclusivas da marca espalhadas pelo mundo estão em Manhattan.



Eu sou das pessoas que surta em uma loja da Godiva, tudo é bonito, tudo é colorido, tudo é cheiroso, tudo é muito saboroso. O carro-chefe são as caixinhas de trufas, você monta a sua a partir de uma vitrine linda e cheia de opções, e no final paga por peso. É só ir apontando para a funcionária quais e quantas unidades de cada, e ela fará pacotinho para você. Uma seleção de 8 trufas custa cerca de USD 20, e farão seu dia muito mais feliz por algumas horas (no meu caso, minutos). Também existem caixas standard, com sabores pré-definidos.



Para minha caixinha, escolhi “Chocolate Lava” (chocolate amargo com recheio cremoso), “Key Lime” (mousse de limão), “Strawberry Crème Tarte” (morango, baunilha e chocolate branco), “Double Chocolate Raspberry Truffle” (framboesa com ganache de chocolate), “Milk Chocolate” (chocolate ao leite), “Milk Chocolate Hazelnut Oyster” (chocolate com praliné de avelãs), “Macadamia Mosaic” (praliné de amêndoas com macadâmias) e “Hazelnut Crunch” (chocolate com avelãs).

Para quem busca algo mais simples, os “chocolate strawberries”, os tradicionais morangos banhados em chocolate, são de uma maldade impressionante.

Para saber endereços e horários de funcionamento, acesse http://www.godiva.com/store-locator.

2 comentários:

Carlos Eduardo Hills Lopes disse...

paraiso dos gordos! :) e os food trucks tb merecem uma materia Daniel, abc!

Anônimo disse...

adorei....voltei março p NY e o carnegie....esta pela metade...fecharam a sala anexo........tive sorte..pq é tradition da familia comer um big pastrami corner beef e um casher salame..com muito pepino......conheço todos os katz carnegie e voce precisa conhecer o Bens.....que fica na 38 com a 7a

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